Transição Capilar

Se tem uma coisa que deixa as mulheres doidas, sem sombra de dúvidas é o cabelo. Mulher não sai de casa sem o ter os cabelos em seu devido lugar, ainda mais com uma rotina agitada que nós mulheres aderimos cada vez mais, é casa, trabalho, estudos, filhos, marido. Uma porção de coisas que nos fazem ficar de cabelo em pé, o que nos deixa extremamente chateadas.

Já fazem 7 meses que estou em “transição capilar” e estou enlouquecida. Mas antes do meu desabafo, gostaria de explicar um pouco sobre a transição capilar.

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A transição capilar, em termos técnicos é um longo tratamento de banimento de químicas de alisamentos e relaxamentos do cabelo. Ou seja, é a exclusão total de produtos químicos, com a finalidade de voltar ao cabelo natural.

Mas diferente do que muita gente pensa, a transição capilar é um período muito difícil, onde a pessoa que adere precisa estar fortemente preparada. Eu já usei todos os tipos de químicas no cabelo, desde relaxamentos de farmácia a alisamentos em salão e confesso que durante um tempo alguns até me satisfizeram, porém não essa satisfação não durou muito.

Eu costumo dizer que meu cabelo não é ruim, ele é difícil, mas muito difícil mesmo de lidar, por que ele não tem uma forma concreta, ele não é nem um pouco liso – aliás, ele é e muito crespo e também não é enrolado, ou seja, ele não tem uma definição perfeita. Muita gente vai falar, mas isso não existe “definição perfeita”, você precisa aceitar do jeito que ele é e talvez essas pessoas estejam até certas, mas só quem tem “cabelos difíceis” sabe o caos que é quando não se tem ajuda química.

Eu nunca fui muito vaidosa, com relação a roupas e maquiagens, mas sempre gostei de cuidar dos meus cabelos, gosto de lavá-los com regularidade e sempre penteá-lo de forma que não me sinta envergonhada no decorrer do dia, mas é bem difícil conseguir o resultado planejado.

Como estou grávida, tive que parar de usar toda e qualquer química no cabelo e isso teve um grande impacto na minha autoestima e é aí que mora o problema. Quando eu engravidei, foi muito de surpresa, eu não esperava e tinha acabado de fazer uma maravilhosa progressiva, então uma das primeiras coisas que pensei foi “o que vou fazer no cabelo durante 9 meses” e eu confesso que chorei. Muita gente pode achar futilidade, mas pra mim não era. Eu já engordaria, perderia minhas roupas e ainda teria de desfilar com o cabelo “difícil de lidar” por ai? Era demais para mim. “Mas porque você não pensou nisso antes de engravidar?” Muitos me perguntarão… Porque minha gravidez não foi planejada. Dãããã….

Acontece que estou bem perto de dar a luz, estou muito ansiosa para ver a minha princesa, mas também tenho pensado muito sobre como será depois do parto, como ficará meu corpo e principalmente o meu cabelo. Eu preciso tomar uma decisão: Ou eu volto para a progressiva, que é a medida mais fácil e cabível para mim… Ou… Eu assumo meu cabelo natural. Essa tem sido uma decisão muito difícil de tomar, não me sinto preparada para assumir tal identidade, sempre tive preferência por cabelos lisos, mas ao mesmo tempo quero me libertar das amarras, quero dizer, “chapinha e secador” então estou muito na dúvida.

Como ainda tenho um tempo para pensar, espero que uma luz divina me ilumine e me ajude na escolha, não sei se meu psicológico está pronto para isso, afinal uma mudança no visual deve ser gradual e a minha foi totalmente bruta!

Então espero tomar a decisão mais sábia e ser feliz com ela. A vantagem é que cabelo cresce e por mais “besteiras” que fazemos neles, eles sempre voltarão, arredios, mas sempre obedientes!

E vocês? Como lidam com o cabelo? Já passaram ou estão passando pela transição? Me ajudem nessa jornada.

Beijos de Luz,

Camila Leite

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Organizando as finanças

Todo mundo precisa ter um plano financeiro estável, para eventuais emergências. Mas nem todo mundo consegue se organizar para que seja possível dormir tranquilo. No entanto, nunca é tarde para começar e com um pouquinho de determinação você verá que é possível ter minutos de descanso.large

Para começar a se organizar, é preciso que você tenha consciência da sua real situação financeira. Não adianta se iludir e fazer planos com o que não se tem. Quando falamos de dinheiro precisamos manter os pés no chão e a cabeça no lugar, para não darmos um tiro no nosso próprio pé.

Se organizar financeiramente é muito fácil teoricamente, mas quando partimos para prática, as coisas complicam um pouco. Confiram a seguir, algumas dicas que podem te ajudar a sair do vermelho e até relaxar.

  1. Seja realista

Como eu já falei lá em cima, não adianta ter um milhão de planos, se você não tem um real no bolso. Por isso é importante que você seja realista e mantenha a calma para não enfiar os pés pelas mãos. E aí sim, estará pronto para o segundo passo.

  1. Avalie criteriosamente sua situação financeira e anote tudo

Puxe extratos da sua conta, pegue um caderno e/ou planilha e comece a anotar quanto de dinheiro entra por mês e quanto você gasta. Organize suas dívidas também, se for usar uma planilha, separe uma aba exclusiva para suas dívidas e coloque lá informações como: Nome da empresa que você está devendo, data da dívida, valor e taxa de juros. Essas são algumas informações iniciais que você precisa para começar a se organizar.

  1. Defina um objetivo

Muitos especialistas dizem que para começar a se organizar financeiramente é fundamental que você tenha um objetivo muito bem definido. Você deseja juntar dinheiro para o futuro? Fazer uma viagem, ou quitar uma dívida? Defina seu objetivo e foque nele, tente incluí-lo em seu orçamento mensal aos poucos para realiza-lo a curto, médio ou a longo prazo.

  1. Guarde dinheiro em casa

Não precisa ser uma quantia altíssima, mas guarde o suficiente para eventuais emergências, como por exemplo, caso alguém passe mal, tenha o dinheiro do táxi na carteira, ou separe uma grana para colocar créditos no telefone. Nunca sabemos o que pode e quando pode acontecer, por isso é importante estarmos preparados a todo o momento.

  1. Abra uma poupança

Abrir uma conta poupança é muito mais fácil do que se imaginar, basta você se encaminhar em uma agência bancária de sua preferência munido de documento de identificação com foto (RG), cpf e um comprovante de residência (água ou luz), fale com o gerente e pronto! Algumas agências bancárias não obrigam o cliente a já depositar determinadas quantias na poupança, mas só a iniciativa de abrir uma poupança já é um grande passo, quando seu cartão poupança chegar, você ficará todo orgulhoso e logo vai querer depositar rios de dinheiro só para ostentar uma poupança gordona por aí! – risos.

Eu confesso que sou muito indisciplinada com a minha vida financeira, mas terei uma filha dentro de dois meses e preciso começar a me organizar para a chegada da princesa. Essas são algumas dicas que estou pessoalmente seguindo. É como se fossem metas e espero que possa ajudar vocês também.

Caso queira nos enviar outras sugestões, entre em contato através do email: docevidainfinita@gmail.com.

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Beijos!

Camila Leite

5 itens indispensáveis para acampar

Hoje eu vim falar sobre um assunto que eu particularmente amo! Acampar! Ano passado acampei pela primeira vez em Sana, um vilarejo localizado na serra de Macaé, aqui no Rio e foi uma experiência incrível, única! Quero repetir logo a dose, mas confesso que quando fui convidada fiquei um tanto quanto receosa, eu não estava acostumada com a vida bucólica, então não sabia o que estava me aguardando. Mas também não tive medo, muito pelo contrário, a expectativa crescia cada vez mais e eu não via a hora de me jogar nessa aventura. Mas não quero passar os perrengues que passei nunca mais, por mais que tenham se tornado “histórias para contar” é sempre bom se prevenir para não remediar.

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Eu fiquei bem na dúvida sobre o que levar na viagem, como eu fui com amigos, nos dividimos com as tarefas.

  1. A Barraca

Eu e um amigo compramos a barraca dias antes da viagem, compramos uma para 4 pessoas que eu acreditava ser pequena, mas me surpreendeu bastante. Quando se vai acampar é preciso planejar cuidadosamente o espaço da sua barraca e como fazer isso? Por exemplo, se você for dormir sozinho, o ideal é que você leve uma barraca para duas pessoas, você conseguirá dormir tranquilamente, as contas devem ser feitas desse jeito, sempre dobrando o número, para evitar aperto. Por que um casal de amigos ficou bem apertado em uma barraca para dois.  Por que se esqueceram de contar com o espaço ocupado pelas malas.

  1. Lanterna

No campo, o dia é realmente incrível, a luz do sol iluminando cada centímetro e dando um visual muito bacana para tudo o que te cerca, mas quando cai à noite, a luz é bastante escassa. Eu tinha uma lanterna em casa e me arrependi de não tê-la levado, porque a noite é bem assustador e para quem tem a bexiga solta como eu, levantar na madruga para ir ao banheiro pode se tornar em um intenso filme de terror.

  1. Repelente

Essa é a palavra chave para quem vai acampar e principalmente para os alérgicos. É muito importante retocar o repelente de hora em hora para não sofrer com as picadas e ficar todo machucado. Se você esquecer seu repelente, o choro é livre e os mosquitos também.

  1. Um celular que funcione

Eu acampei durante quatro maravilhosos dias e minha mãe ficou bem louca por não ter conseguido falar comigo durante esse tempo. Minha operadora era uma e na cidade só funcionava outra exclusiva, o que resultou em quatro dias incomunicáveis com a civilização – o que pra mim foi ótimo, mas provocou bastante preocupação.

  1. Lona plástica

Eu acampei em abril, quando o tempo está bem instável, dias antes da viagem havia chovido bastante, o que me deixou muito chateada, mas no dia em que pus o pé na estrada o sol se abriu. Fiquei feliz imediatamente, mas isso era apenas uma ilusão para o que estava por vir.

O sol apareceu quase todos os dias, mas na nossa segunda noite choveu bastante o que foi terrível para “campistas de primeira viagem”. Passamos o maior perrengue por que não foi uma garoazinha, foi uma baita tempestade e entrou bastante água em nossas barracas, eu estava dormindo quando a chuva começou e minha amiga veio me acordar dizendo que era melhor irmos pra cidade – por que estávamos sozinhas. Na minha barraca entrou água nos cantinhos, nós fizemos um círculo com as cobertas e dormimos enroscadinhos – risos – mas na barraca do meu amigo, foi tipo perda total. Alagou tudo, a roupa de cama, as malas, tudo! Criou-se uma verdadeira poça d’água. Por isso a lona é item indispensável, tanto para colocar no chão para servir de “tapete”, quanto para cobrir a barraca em casos de chuvas.

Se você não esquecer nenhum desses itens, sua viagem já tem 50% de chance de ser ótima. Aproveite quando tiver um dia livre, chame a galera e ponha o pé na estrada. Vale muito a pena e nos traz uma renovação indescritível.

Você já acampou? Onde, quando, como foi? Conte tudo pra gente…

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Estou grávida! E agora?

Algumas mulheres conhecem muito bem o seu corpo e sabem perfeitamente quando alguma coisa está errada, outras nem tanto. E quando decidem confirmar as suspeitas, ganham um baita susto quando aparecem dois “palitinhos” dando o sinal de positivo. Para muitos é um grande momento, de comemoração e muita empolgação, para outros é um tormento, cada segundo vira um milhão de anos e a cabeça parece que não se encaixa mais no corpo. Tudo parece estar fora do lugar.

Pensando nisso, reuni algumas dicas de primeiras providências a se tomar quando se descobre que está grávida.

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  1. Chore, mas acalme-se…

Você acabou de receber a notícia que vai mudar toda a sua vida, então é perfeitamente normal que você entre em estado de choque, há muito que processar e talvez você não esteja – ou não se sinta – preparada. Mas depois que o pânico passar, acalme-se! Isso é fundamental, principalmente para a sua saúde e a saúde do bebê.

  1. Perceba como está lidando com a situação.

Não faz muito sentido perguntar para alguém que não estava planejando engravidar se ela “está preparada para o que está por vir”. É claro que a resposta será um alto e sonoro “não”, Por isso é muito importante que a própria mulher tome ciência da mudança que acontecerá, não só em seu corpo, mas em sua mente e coração. E para isso, leve o tempo que for preciso, perceba se você já consegue se “visualizar mãe”, por que é preciso que você se sinta mãe, desde o princípio. Para que possa decidir seguir para o próximo passo.

  1. Decida se vai seguir em frente com essa gravidez.

Não estou fazendo apologia ao aborto, sou 100% a favor do nascimento de uma criança, – seja em quais circunstâncias forem, mas – porém, contudo, todavia – essa decisão é exclusivamente pessoal. Só a mãe e apenas ela pode decidir se seu filho nascerá ou não, essa decisão não cabe a mais ninguém, nem ao pai, nem a avó, a ninguém mais.

Nunca se esqueça: “Seu corpo, suas regras”. E ninguém, além de você tem poder sobre ele.

  1. Decida para quem vai contar primeiro.

Independente de qual decisão tomar decida com quem vai compartilhar a notícia primeiro, para sua mãe, seu parceiro, uma amiga. O importante é contar para alguém de confiança e desabafar. Nos primeiros dias ficamos muito sensíveis, então se precisar de um ombro amigo para chorar, não tenha medo, procure a pessoa que mais confia e converse com ela, sobre seus medos e expectativas com relação a esta novidade.

  1. Marque uma consulta.

Passado o pânico e decisão tomada, é hora de cuidar de sua cria. Marque uma consulta com seu ginecologista e peça encaminhamento a um obstetra, para que você possa começar os exames de rotina para saber se está tudo bem com você e com o bebê.

  1. Se visualize mãe, daqui há 9 meses.

Por último e não menos importante, se visualize mãe! Isso é fundamental para começar a criar um laço com a sua nova realidade. A partir de agora seu corpo mudará e sua mente sofrerá muitas transformações também. Tudo será uma grande novidade e é importante que você visualize sua nova realidade e principalmente aceite-a.

Essas foram algumas dicas de como agir quando se descobre que está grávida. Acha que faltou alguma? Conta pra gente! E nos conte também como você reagiu quando descobriu que seria mamãe.

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Editorial Abril – Gratidão

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Quando comecei a planejar o calendário editorial do mês de abril – graças a Deus, finalmente consegui *todos comemoram* – não sei explicar por que, mas só conseguia pensar em uma palavra: “GRATIDÃO”.

Talvez seja pelo fato de eu ter conseguido superar obstáculos significativos. Ou talvez seja apenas por que estou prestes a completar mais um ano de vida. Mais um ano turbulento, mais um ano maravilhoso, mais um ciclo fechado e um novo ciclo que se inicia. Ou talvez seja a junção de todos esses fatores.

Na verdade, ninguém precisa de muitos motivos para agradecer. Acordar mais um dia já é uma dádiva, um presente divino. Acordar mais um dia com chutinhos e cambalhotas dentro do meu útero é muito mais do que eu possa merecer. Portanto a minha gratidão à vida será infinita e minha dívida eterna.

Depois que conseguimos superar alguns obstáculos, percebemos quão valiosa a vida é. E quando tomamos consciência disso, não queremos mais perder tempo nos lamentando, sofrendo, agonizando, olhando para o passado. Como eu costumo sempre dizer: “o sentido da vida é para frente”, por que por mais que tudo o que você tenha vivido até aqui seja maravilhoso. O que você ainda tem a viver é completamente impagável.

A vida não é um mar de rosas sempre, mas nenhuma tragédia dura à vida toda. E com o tempo aprendemos a filtrar os sentimentos. Com isso conseguimos superar os medos e encarar as novas experiências.

Toda vez que está próximo do meu aniversário eu fico saudosa, relembrando e revivendo os momentos mais marcantes do ano que se passou, mas eu aprendi em alguns meses, que não se pode viver no passado, nunca, jamais, imagina para sempre?!

Temos de seguir em frente e às vezes custamos a entender isso. Precisamos perceber e aceitar que talvez aquilo que queríamos não era o que merecíamos, não era o que estava preparado e separado para nós. Com o nosso ego inflamado, é muito difícil aceitar que precisamos olhar para frente, mas quando as feridas começam a cicatrizar só temos que agradecer por superar e não nos lamentar, nem perder mais tempo.

Por esses e muitos outros motivos, hoje eu só quero agradecer. Pela força, pela garra, por não desistir nunca, por superar, agir, refletir e se reprogramar.

Que Abril seja um mês lindo e inesquecível. Que meus 21 anos sejam muito bem-vindos. E que eu possa viver experiências tão incríveis que eu jamais me esqueça delas.

E para começar o mês animando e já comemorando, uma musiquinha para animar o dia.

Beijos de Luz.

Gratidão!

#Desafioprimeira Abril

Março finalmente chegou ao fim, pelo menos é o que parece – risos – espero que esse dia passe bem rapidinho – por que o mês parece que durou mais que um ano. E com o mês chegando ao fim, vim mostrar para vocês a lista do #DesafioAbril. Estou bem animada e confesso que alguns temas desses desafios são bem difícies para mim, mas não custa tentar né, depois que eu pegar o jeito tentarei postar todos os dias.

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UPDATE*: Este é um desafio fotográfico que já está no ar há mais de um ano e que consiste em tirar uma foto por dia, com um tema pré-estipulado e divulgado. Qualquer um pode participar do desafio, em qualquer rede social e é muito fácil para participar. Aqui nesse link, você pode verificar todas as regrinhas e ainda se inscrever no desafio.

E vocês, estão participando de algum desafio? Conta pra gente!

Resenha – Ecos da Morte – Kimberly Derting

Toda vez que eu ia à consulta ao obstetra eu ficava horas na fila esperando o moçoilo chegar, cheguei a dormir algumas vezes, até que um dia decidi levar um livro para ver se a hora passava mais rápido… E não é que li quase o livro inteiro na fila de espera!

O escolhido da vez foi Ecos da Morte, eu estava super perdida sobre o que ler, por que fazia um ano quase que eu não mantinha um histórico de leitura constante. Estava – ainda estou – completamente desatualizada dos lançamentos, então peguei três livros da estante que estavam encostados há tempos e li a sinopse. Ecos da Morte foi o que mais me chamou atenção por ser literatura sobrenatural, que eu particularmente amo!

Ecos da Morte foi escrito por Kimberly Derting e é o primeiro livro da série The Body Finder, publicado pela Editora Intrínseca em 2011.

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O livro conta a história de Violet Ambrose que tem um estranho e secreto dom desde a infância. Ela consegue detectar ecos, ruídos deixados por cadáveres e isso não era um grande problema para ela, porque o máximo que conseguia rastrear eram ecos de animais mortos. Mas quando um serial killer aterroriza sua cidade, Violet se vê envolvida em uma alucinante corrida contra o tempo.

O livro prendeu bastante a minha atenção, o primeiro capítulo já é bem intrigante e você fica com vontade de saber aonde aquela história dará. Violet tem uma forte ligação com seu melhor amigo Jay, mas o sentimento que ela começa a nutrir por ele, pode colocar toda a amizade a perder.

Jay é um ótimo personagem, amigo, companheiro, é o garoto perfeito, que toda menina gostaria de ter a tira colo, sem contar que é um gato. E devido a todas essas características eu confesso que por uma ou duas vezes cheguei a desconfiar do perfeccionismo e amabilidade do boy.

O relacionamento dos personagens principais – Violet e Jay – é bonitinho, mas às vezes se torna um pouco chatinho, por ser aquele relacionamento bem típico de adolescente que está descobrindo o amor agora e não confia o suficiente nos sentimentos a ponto de colocar a amizade a prova. Tirando essa questão eu achei o livro todo muito maduro e acredito – espero – que nos próximos livros os personagens estejam mais maduros.

Ecos da morte é uma leitura rápida e de fácil compreensão. Senti um pouco de falta de uma exploração maior da mente do psicopata. Os capítulos do livro são intercalados entre Violet e o assassino, o que nos dá uma visão melhor dos fatos, mas senti ainda que faltaram alguns detalhes – informações. A autora poderia ter trabalhado melhor essa questão.

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Aqui no Brasil, a Editora Intrínseca publicou até o segundo volume, Desejos dos Mortos e nesse link você pode ler o primeiro capítulo de Ecos da Morte.

Vocês já leram? O que acharam do livro?